NATAL NA PALESTINA

Natal na Palestina

Lá existem diferentes religiões. As mais predominantes são islamismo, judaísmo, catolicismo e ortodoxismo. Os dois primeiros não comemoram o Natal, tendo suas próprias festividades que se “equivalem” a ele.

É uma data muito importante para a comunidade católica. A maior festividade acontece em Belém, onde é celebrada a Missa do Galo na Igreja da Natividade (construída no local onde Jesus nasceu), à meia noite. Comparece uma multidão, pois muitos peregrinos vão para lá.

As igrejas e praças são enfeitadas com luzes, as pessoas se vestem de Papai Noel e distribuem doces. Os mercados de Natal também são comuns nessa data.

 

Culinária

Na culinária do Natal palestino, os principais pratos são:

Homus: Pasta de grão-de-bico com tahine.

Falafel: Bolinhos de grão-de-bico com ervas frescas que são normalmente servidos com tahine.

Babaganoush: Purê de berinjela com tahine e suco de limão. Muitas vezes é servido com pão pita.

Charutos de folha de uva: Folhas de uva recheadas com carne e arroz temperados com pimenta síria, sal e suco de limão.

Romã: Simboliza a união entre todos os homens e mulheres da Terra por conta de suas sementes muito juntas. Para os israelenses, Deus abençoou a terra santa por essa fruta.

M’dardara: Arroz com lentilhas.

 

Símbolos do Natal Palestino

Um dos maiores símbolos natalinos presentes na Palestina é o local onde acreditam que Jesus Cristo tenha nascido. A Basílica da Natividade, localizada na cidade de Belém, na Cisjordânia, foi construída entre os séculos IV e VI pelos Romanos. Dentro dela, se encontra a Gruta da Natividade e abaixo da mesa do Altar da Gruta, no chão de mármore branco, encontra-se uma estrela de prata de 14 pontas que marca o local considerado como o do nascimento de Jesus Cristo. A porta de entrada da Basílica da Natividade tem apenas 1,25 m e é chamada de Porta da Humildade porque o peregrino precisa se abaixar para entrar.